quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O Clube - Hoje
Nestas férias regressámos ao Clube, ainda que por pouco tempo. Mas serviu para muito: matar saudades de um mergulho bom, da água fresca quanto basta, limpa como há muito não via. O cheirinho a sal misturado com protector, o fim de tarde maravilhoso, o duche de água doce a rematar. Soube bem, soube a pouco. Serviu para lembrar do que era (e continua!) a ser bom, mas também para criar novas memórias com o mais recente membro da família. Roubando a ideia geral de um amigo/colega meu, parece-me que, se há uma coisa boa que podemos dar aos nossos filhos, é dar-lhes a conhecer lugares bons, criar-lhes memórias de sítios especiais. Obrigada Gonçalo Byrne e Paulo David, obrigada Clube Naval do Funchal!
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Keep it simple
Esta foi "roubada" do Pedro Ribeiro, do blog "dias úteis". Sou um bocado adversa a estas "quotes", principalmente desde que começaram a proliferar no facebook. Mas, como em tudo, há que separar o trigo do joio e de vez em quando encontramos umas pérolas. Esta encaixou-me que nem uma luva e apeteceu-me partilhar.
Temos uma enorme tendência para sermos bichos complicados!
Temos uma enorme tendência para sermos bichos complicados!
terça-feira, 9 de abril de 2013
O Clube
Tenho saudades de quando era criança e passava o dia (não tenho noção das horas, ao certo) no Clube Naval do Funchal. Entrar pela recepção, ver o Sr. Caldeira (?) mal-disposto, queimado e enrugado pelo sol, vestido de branco, sempre prestes a fazer uma declaração pelo altifalante ("Menina X, menina X, é favor chegar ao tlefone, brigado"). Passar por entre as rochas e o muro, ameaçados pelo mar, até à "praia" de cimento. Estender as toalhas e esperar que nenhuma lagartixa entre no saco. Ir imediatamente para o "banho", mergulhar, atenta à ondulação. Abrir os olhos debaixo de água. Ficar com os olhos vermelhos do sal. Regressar para doca seca. Passar pelo duche de água doce e bebê-la. Voltar à toalha e almoçar, o thermos azul e branco com um autocolante nunca falhava. Sentir o calor do cimento por baixo da toalha molhada. Talvez adormecer. Mais velha, na adolescência, jogar às cartas incessantemente. No fim do dia, um cheiro a sabonete e champô "Foz" na zona de duches - não havia qualquer consciência ambiental, porque o esgoto ia parar ali mesmo ao mar (afinal era só sabão). Também eu ia tomar banho com champô e amaciador Johnson´s. Era difícil tomar banho de fato de banho.
Pôr-me a caminho de casa, cansada, e ainda ter de subir a escadaria de alguns 39 degraus, e depois disso, continuar pelo caminho íngreme até à Estrada Monumental. A partir daí, era fácil.
Daqui a pouco mais de duas semanas vou mergulhar novamente.
Montezuma (Fleet Foxes outra vez)
So now I am older,
Than my mother and father,
When they had their daughter,
Now what does that say about me.
Oh how could I dream of,
Such a selfless and true love,
Could I wash my hands of?
Just lookin out for me
Oh man what I used to be
Oh man oh my oh me
In dirth or in excess
Both the slave and the empress,
Will return to the dirt I guess,
Naked as when they came.
I wonder if I'll see,
Any faces above me,
Or just cracks in the ceiling,
Nobody else to blame.
Gold teeth and gold jewelry
Every piece of your dowry
Throw them into the tomb with me
Bury them with my name.
Unless I have someday,
Ran my wandering
In my underway
Oh man what I used to be
Montezuma to tripoli
Oh man oh my oh me
Pôr-me a caminho de casa, cansada, e ainda ter de subir a escadaria de alguns 39 degraus, e depois disso, continuar pelo caminho íngreme até à Estrada Monumental. A partir daí, era fácil.
Daqui a pouco mais de duas semanas vou mergulhar novamente.
Montezuma (Fleet Foxes outra vez)
So now I am older,
Than my mother and father,
When they had their daughter,
Now what does that say about me.
Oh how could I dream of,
Such a selfless and true love,
Could I wash my hands of?
Just lookin out for me
Oh man what I used to be
Oh man oh my oh me
In dirth or in excess
Both the slave and the empress,
Will return to the dirt I guess,
Naked as when they came.
I wonder if I'll see,
Any faces above me,
Or just cracks in the ceiling,
Nobody else to blame.
Gold teeth and gold jewelry
Every piece of your dowry
Throw them into the tomb with me
Bury them with my name.
Unless I have someday,
Ran my wandering
In my underway
Oh man what I used to be
Montezuma to tripoli
Oh man oh my oh me
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
JAMES ALTUCHER
Foi a descoberta do dia, da semana... James Altucher!
Gosto muito da honestidade com que fala, quando, sem complexos, intitula-se de "loser" ou "mediocre". Temos todos muito medo da palavra "fracasso", é muito mais pesada e negativa do que o "erro". Se aprendemos com o erro, porque não aprender com o fracasso?
Cumprir orçamentos, ser bem visto pelos mercados, será que andamos a fingir o sucesso quando, se calhar, devíamos perceber melhor qual a razão dos nossos fracassos?
Gostei muito da forma controversa como este senhor escreve. Como dá caminhos, sem preconceitos e sem pressões como "eu tenho de conseguir, tenho de ter sucesso, tenho de vender a última coca-cola do deserto". Não tentar é que é falhar. Também fala da importância dos amigos, de como eles são, cada um deles, um imenso conjunto de conversas, de ideias, de possibilidades (obrigada ao Francisco por ter enviado o artigo!). E da importância da saúde e de dormir 8 horas diárias!! Sim, eu também preciso pelo menos de 8 horas de sono para funcionar devidamente!
Depois de ter lido algumas coisinhas deste senhor, apetece ter novos recomeços: fazer yoga ou regressar às danças, ser positiva sem ter ilusões. Aproveitar a vida, no que tem de bom e de menos bom.

Gosto muito da honestidade com que fala, quando, sem complexos, intitula-se de "loser" ou "mediocre". Temos todos muito medo da palavra "fracasso", é muito mais pesada e negativa do que o "erro". Se aprendemos com o erro, porque não aprender com o fracasso?
Cumprir orçamentos, ser bem visto pelos mercados, será que andamos a fingir o sucesso quando, se calhar, devíamos perceber melhor qual a razão dos nossos fracassos?
Gostei muito da forma controversa como este senhor escreve. Como dá caminhos, sem preconceitos e sem pressões como "eu tenho de conseguir, tenho de ter sucesso, tenho de vender a última coca-cola do deserto". Não tentar é que é falhar. Também fala da importância dos amigos, de como eles são, cada um deles, um imenso conjunto de conversas, de ideias, de possibilidades (obrigada ao Francisco por ter enviado o artigo!). E da importância da saúde e de dormir 8 horas diárias!! Sim, eu também preciso pelo menos de 8 horas de sono para funcionar devidamente!
Depois de ter lido algumas coisinhas deste senhor, apetece ter novos recomeços: fazer yoga ou regressar às danças, ser positiva sem ter ilusões. Aproveitar a vida, no que tem de bom e de menos bom.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
ETNO
"Etno significa, em grego, povo, raça ou grupo cultural."
Identidade cultural, num mundo global, precisa-se!
Eu nunca fui ao Museu de Arte Popular, ao Museu do Traje, ao MUDE (que vergonha!) ou ao Museu Nacional de Etnologia. "Quatro visitas a fazer nas próximas 2 semanas" - mais um acrescento à lista de coisas "a fazer".
E quando for ao Funchal, tenho de parar no Museu Vicentes, na Bordal, na Casa-Museu Frederico de Freitas e no Museu Etnográfico da Ribeira Brava. Para criar é preciso atenção para... descobrir!
Neste Carnaval podemos mascarar-nos de nós próprios! Fica-nos muito bem!
Identidade cultural, num mundo global, precisa-se!
Eu nunca fui ao Museu de Arte Popular, ao Museu do Traje, ao MUDE (que vergonha!) ou ao Museu Nacional de Etnologia. "Quatro visitas a fazer nas próximas 2 semanas" - mais um acrescento à lista de coisas "a fazer".
E quando for ao Funchal, tenho de parar no Museu Vicentes, na Bordal, na Casa-Museu Frederico de Freitas e no Museu Etnográfico da Ribeira Brava. Para criar é preciso atenção para... descobrir!
Neste Carnaval podemos mascarar-nos de nós próprios! Fica-nos muito bem!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
33
Pelos vistos esta lista já anda a circular na internet há algum tempo, mas só na sexta (a véspera dos meus 33), é que dei com isto... ou será que veio ao meu encontro?
Check: 1,2,3 (com este blog!), 8,9,10 (com outro blog!), 14, 15, 17, 18, 30, 33...
Vou começar pelo "clean your workspace", antes de atirar-me ao "be otherworldly"!!
Check: 1,2,3 (com este blog!), 8,9,10 (com outro blog!), 14, 15, 17, 18, 30, 33...
Vou começar pelo "clean your workspace", antes de atirar-me ao "be otherworldly"!!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Mais atenção para 2013
Mais uma vez, pego nas palavras de Tolentino Mendonça como se fossem um lema:
"Se não estou atento, não vejo. Vivo do meu preconceito. Vivo das ideias adquiridas, tantas vezes falsas."
in http://www.snpcultura.org/padre_tolentino_mendonca_vivo_da_partilha_dos_outros.html
Acredito que, com mais atenção, menos oportunidades se perdem e novos caminhos poderão surgir. Atenção, dedicação, disciplina e perseverança - vamos ver se estas sementes dão frutos!
"Se não estou atento, não vejo. Vivo do meu preconceito. Vivo das ideias adquiridas, tantas vezes falsas."
in http://www.snpcultura.org/padre_tolentino_mendonca_vivo_da_partilha_dos_outros.html
Acredito que, com mais atenção, menos oportunidades se perdem e novos caminhos poderão surgir. Atenção, dedicação, disciplina e perseverança - vamos ver se estas sementes dão frutos!
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