
Gosto muito da honestidade com que fala, quando, sem complexos, intitula-se de "loser" ou "mediocre". Temos todos muito medo da palavra "fracasso", é muito mais pesada e negativa do que o "erro". Se aprendemos com o erro, porque não aprender com o fracasso?
Cumprir orçamentos, ser bem visto pelos mercados, será que andamos a fingir o sucesso quando, se calhar, devíamos perceber melhor qual a razão dos nossos fracassos?
Gostei muito da forma controversa como este senhor escreve. Como dá caminhos, sem preconceitos e sem pressões como "eu tenho de conseguir, tenho de ter sucesso, tenho de vender a última coca-cola do deserto". Não tentar é que é falhar. Também fala da importância dos amigos, de como eles são, cada um deles, um imenso conjunto de conversas, de ideias, de possibilidades (obrigada ao Francisco por ter enviado o artigo!). E da importância da saúde e de dormir 8 horas diárias!! Sim, eu também preciso pelo menos de 8 horas de sono para funcionar devidamente!
Depois de ter lido algumas coisinhas deste senhor, apetece ter novos recomeços: fazer yoga ou regressar às danças, ser positiva sem ter ilusões. Aproveitar a vida, no que tem de bom e de menos bom.
